quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Costume de Grossura


O meu maior fetiche é simples, depois de alguns relacionamentos, peguei costume por piroca grossa, não precisa ser grande ou enorme, mas se ela for grossa, definitivamente já tem muitos pontos comigo, gosto daquelas pirocas que abrem espaço, aquelas que quando metem e tiram esfola aquela pelinha, sabe? O fato é que eu to indo sentar em uma piroca grossa agora mesmo, volto amanhã e conto tudo pra vocês.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Mateus (Parte 2)

O garoto praticamente me estuprou naquele beco escuro, naquela escada suja, naquela noite que não sairia da minha cabeça durante dias. ele tinha uma voz rouca e como mencionei não era nada atraente, tinha uma moita em volta daquela piroca que era mais grossa do que grande, ele pegou minha cabeça e começou a socar bem rápido e com força e logo gozou na minha boca, pedindo pra eu engolir, claro que eu não fiz, arrastei ele para o meu apartamento na qual ele passou a primeira noite.


O garoto desapareceu nas semanas seguintes, eu procurei ele por todos os cantos, como não sabia onde ele morava e nem tinha o telefone dele, fiquei semanas e mais semanas pensando nele, mas absolutamente nada - até aquele dia, passei para comprar alguma coisa e dei de cara com ele - completamente diferente, ele estava com um cavanhaque, arrumado, limpo e ele me abordou, dizendo: "se tá sumido, hein? - por onde andou?" retruquei: "você sabe onde eu moro, porque não foi até a minha casa? não gostou do que aconteceu?" ele sorriu e falou: "eu estava esperando você aparecer pra me convidar pra ir de novo" o que eu fiz? 


O menino entrou no meu apartamento, puxou meu cabelo, me beijou feito louco e me fodeu como se meu rabo fosse sei lá, o que, meteu com força, com brutalidade, me batia de forma sensual, ele me destruía, me jogava no chão, batia com a piroca na minha cara, era praticamente um estupro, eu não tinha nem reação, ele tinha mais força do que eu e gostava de controlar a situação, ele sabia meter, sabia me dar prazer mesmo que o dele fosse mais importante, ele cuspia na minha cara e me xingava de todos os nomes possíveis. O Mateus, era o clássico, feio, sujo e malvado - e que amava me comer.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Mateus (Parte 1)


O feio físico nem sempre é o feio psicológico, alias, costuma ser exatamente o contrário, quem nunca ficou com um feio físico mas que era um amor de pessoa ou um touro na cama. O cara mais feio que me comeu, foi um garoto, que acabará de completar a maior idade e trabalhava na boca do bairro, ser feio não era o suficiente, ele tinha uma aparência suja, sabe como é? O garoto era um maloqueiro convicto, usava muitas gírias, roupas largadas e sem absolutamente nenhuma vaidade, estava sempre fumando maconha ou baforando lança perfume, era o verdadeiro garoto da favela, ainda assim, ele tinha muito respeito pelas pessoas, era educado e logo eu descobriria que feiura não faz, nunca fez e nunca fará o carácter de uma pessoa.


O garoto me olhava de forma diferente, com uma curiosidade, nos víamos quase que diariamente quando eu passava pra comprar alguma coisa, até o dia que ele perguntou da minha sexualidade: "você gosta de homem?" ele disse e eu nem me preocupei em esconder, se ele estava perguntando, é porque tinha interesse, quando ele retrucou "vou sair daqui as 17hrs, você mora sozinho?" respondi que sim e porque "vamos lá na sua casa, pra eu te foder gostoso" o favelado foi curto e grosso, em questão de segundo eu passei achar ele lindo, mas era apenas um garoto, no dia que ele me comeu pela primeira vez em um beco escuro no meio da favela onde ele mora, ele tinha acabado de completar 18 anos, isso era o que ele me dizia, né!

terça-feira, 27 de novembro de 2018

O prazer da dor multifacetada.


O garoto que mencionei na postagem anterior me chamou outras tantas vezes para ir no casinha dele - no quartinho - já que ele mora em um espaço minusculo, normal, já que ele é solteiro - transar com um cara multifacetado é uma experiencia e tanto, sabiam? O garoto era magro, mais ou menos 1,75 de altura, tinha uma barba grossa - assim como sua piroca - e uma voz engraçada, falava rápido demais, algumas vezes custava muito pra eu entender, sempre que ele me chamava ou eu me oferecia e ele aceitava, irmos para cama, era direto ao ponto, até o dia que eu decidi que queria viver uma experiência, uma noite mais intensa, cheia de sexo é claro, mais com alguma coisa diferente.

O sol se pós e ele me chamou, fui sorrateiramente pra casa dele, já que os vizinhos não poderiam desconfiar do que estava acontecendo, sabem como é - fofoca - eu comecei a puxar assunto ao invés de ir direto com a mão na piroca dele, pra minha surpresa ele gostou, ficamos um tempo curtindo a conversa, conhecendo um pouco mais um do outro, tomando cervejas, fumando cigarros foi quando ele perguntou: "então, tem alguma coisa especial que você queira me falar" eu respondi "na verdade falar não, mas fazer sim" comecei a beijar ele lentamente, beijei o corpo dele recém depilado dos pés a cabeça, e comecei a chupar aquela coisa gigante de outro mundo, ele gemia de prazer, foi quando pegou nos meus cabelos e puxou pra cima e perguntou "você quer que eu te foda ou quer fazer amorzinho" - fazer amor, seria tão doloroso quanto trepar com violência, afinal de contas, aguentar aquilo não é pra qualquer um, ele foi carinhoso, me fez gozar só para então se entregar ao prazer e gozar, foi uma noite intensa, fiquei lá até de manhã, dorme no peito dele, quando acordamos, ele resolveu compensar o amor da noite anterior me fodendo como se eu fosse uma puta.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Será que eu aguento?

O clichê do garoto que mora ao lado, quem nunca, não é mesmo - pois comigo, não seria diferente. O garoto que mora ao lado, tem a mesma idade que eu, é um recém separado da mulher e mora sozinho, em outras palavras ele é um solteiro e totalmente independente, estava sempre no meio da garotada, sempre tomando uma cerveja aqui, fumando um cigarro ali e vez ou outra com alguma mulher na garupa de sua moto, ou seja, ele heterossexual - mesmo assim, eu já havia flertado com ele algumas vezes e ele nunca me deu um fora, justamente o contrário, sempre ficava a vontade com as sacanagens que eu falava, até aquele dia que ele me convidou para ir até sua casa.

O garoto foi curto e grosso, me enviou uma mensagem que dizia o seguinte: "o que você acha de vir aqui em casa e dar uma mamada na minha piroca e quem sabe, passar a noite" - nem pensei duas vezes, ele estava me esperando no portão da casa dele, logo me recebeu e fomos pra dentro do quartinho que ele mora, ele foi logo me beijando, um beijo agressivo e gostoso na mesma proporção, foi quando senti a ereção - a ereção - se manifestar, eu me agachei e iria chupar, quando ele sacou daquela mandioca pra fora, sim - gigantesco e ultra grosso, jamais aguentaria sentar naquela coisa.

O fogo tomou conta do momento, ele gostou demais da minha chupada e queria que eu mamasse até gozar, foi quando ele de repente mudou de ideia e queria me comer, eu levantei e fui beijar ele e disse: "desculpa, acho que eu não aguento essa sua piroca dentro de mim não" ele sorriu, que sorriso e respondeu: "prometo que vou ser carinhoso, vou colocar devagar e se você pedir pra parar eu paro" esse truque é manjado, eu eu claro, achava que ele jamais faria isso, para minha surpresa, ele me arrombou com uma delicadeza que eu nunca tinha visto antes. O sexo foi incrível e o garoto lindo, magro e nariz pontudo, passou a transar comigo semanalmente, eu até que gostaria que fosse diariamente, mas não tinha condições de aguentar aquilo tudo dentro de mim todos os dias, quem me dera e se eu pudesse, me entendem, né?